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Reunião no SINDIPI tenta pôr fim à impasse sobre possível paralisação da frota de cerco

Uma reunião com o presidente do SINDIPI Jorge Neves, com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Pesca de Santa Catarina (Sitrapesca) José Henrique Pereira, com representantes de armadores da modalidade de cerco e das indústrias conserveiras realizada na tarde desta terça-feira (08) na sede do SINDIPI, em Itajaí, tenta pôr fim a ameaça de paralisação da frota de captura da sardinha. O preço mínimo acordado antes do início da safra ficou em R$ 2,50 o quilo da sardinha verdadeira.
Devido aos cardumes terem sido localizados mais ao Sul do que o previsto, a indústria tem operado ao valor de R$ 3,00 o quilo, que é 20% superior ao mínimo acordado. Uma reunião entre os pescadores deverá ser realizada nesta quarta-feira (09) na sede do Sitrapesca, onde será apresentada a posição das industrias conserveiras, que não compactuam com a paralisação da frota. A safra da sardinha teve início no dia primeiro de março.

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