A fé, a devoção e a preservação das tradições religiosas marcaram a segunda-feira, 12 de outubro, em Balneário Camboriú. No Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, fiéis participaram de uma procissão que partiu da Capela de Santo Amaro, no Bairro da Barra, e seguiu até a Igreja Nossa Senhora Aparecida, no Bairro Vila Real. A celebração reuniu devotos em uma manifestação pública de fé que conecta comunidades, fortalece vínculos e mantém viva uma tradição religiosa presente na história do município.
A procissão contou com a participação da vereadora Ciça Müller (PDT) e da prefeita Juliana Pavan, que acompanharam os fiéis durante a celebração. Mais do que o deslocamento entre duas igrejas, a caminhada representou um momento de espiritualidade, oração e convivência comunitária, no qual a devoção à Padroeira do Brasil se expressou coletivamente.
Para muitos devotos, a celebração de Nossa Senhora Aparecida representa uma oportunidade de agradecer por graças alcançadas, renovar pedidos de proteção e compartilhar a fé com familiares e integrantes da comunidade. Essas manifestações também contribuem para a transmissão de valores religiosos e culturais entre gerações, preservando práticas que fazem parte da memória coletiva.
Lei reconhece a importância da tradição
A participação de Ciça Müller na procissão também se relaciona à sua atuação legislativa em defesa da preservação das manifestações culturais do município. A vereadora é autora da Lei nº 5.247/2026, que declara a Festa de Nossa Senhora Aparecida como patrimônio cultural imaterial municipal.
O reconhecimento por meio da legislação destaca a relevância da celebração para a identidade cultural e religiosa de Balneário Camboriú. O patrimônio cultural imaterial abrange práticas, celebrações, conhecimentos e manifestações transmitidos entre gerações, que contribuem para a identidade e a continuidade histórica de uma comunidade.
Nesse contexto, o reconhecimento da Festa de Nossa Senhora Aparecida valoriza não apenas o aspecto religioso, mas também a participação dos fiéis, o envolvimento comunitário e a continuidade de uma tradição que integra a vida de muitas famílias do município. “Participar dessa procissão é reconhecer a força da fé e a importância das tradições que unem nossa comunidade. Como autora da lei que reconhece a Festa de Nossa Senhora Aparecida como patrimônio cultural imaterial do município, fico feliz em contribuir para preservar essa história e garantir que essa manifestação de devoção continue viva para as próximas gerações”, destacou a vereadora.


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