Estamos caminhando para o final do ano de 2021, fechando o primeiro ano da 14º legislatura. A esta altura, a prorrogação de alguns de nossos pedidos de informação somam cerca de 180 dias sem resposta, entre eles o pedido Nº 57/2021, onde questionamos o planejamento financeiro e orçamentário para a recuperação da economia da cidade de Balneário Camboriú em decorrência da pandemia mundial do covid-19.
“Me preocupa essa inércia por parte da Prefeitura quando o assunto é retomada econômica, pois para colocarmos em práticas nossas prerrogativas parlamentares, precisamos ter acesso a dados básicos e respostas oficiais por parte do poder público”, destaca a parlamentar.
“De nossa parte, como representantes do povo, podemos dizer que ininterruptamente buscamos soluções, como por exemplo na última semana onde recebemos na Câmara de Vereadores o presidente Antônio Demos, da Associação de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais de Balneário Camboriú – AMPE, onde reforcei a pergunta sobre as ações pretendidas do executivo para dar suporte as MEIs, uma movimentação não apenas de grandes empresas e sim coletiva”, afirma Juliana Pavan.
O presidente da AMPE, Antônio Demos, respondeu as questões levantadas pelos vereadores e revelou que o Fórum das entidades empresárias de Balneário Camboriú se reuniu diversas vezes com o Executivo e ouviram que há uma limitação muito grande por parte do município. Ele destaca que poderiam ter sido trabalhadas outras ações que outros municípios adotaram com sucesso. A única medida concreta efetivada, na época foi o protelamento do INSS, pelo governo federal e do IPTU pelo município.
“Fico satisfeita em ver outros parlamentares somando esforços e também atuando no sentido de sugerir e cobrar políticas públicas da Prefeitura em apoio e suporte para que o impacto negativo da pandemia na economia não seja ainda maior.”, afirma a vereadora.
Não podemos deixar de ressaltar as indicações feitas pela Vereadora Juliana Pavan em março desse ano, como o programa Juro Zero (Indicações Nº 57/2021 e Nº 1025/2021) projeto que configura-se como uma forma concreta e dentro de legalidade para auxiliar os Microempreendedores individuais (MEIs) e microempresas. As empresas (ME e EPP), podem ter a disponibilidade de formas de linhas de crédito com carência, com “juro zero” e auxílio no aluguel, a exemplo das prefeituras de Blumenau e Florianópolis que já lançaram um programa com intuito de ajudar esses empresários.
“É de extrema importância que o governo abra esse canal de diálogo com o segmento produtivo, construindo o planejamento necessário para que possamos buscar alternativas e dar o suporte fundamental àqueles que movem economicamente a nossa cidade”, defende a líder tucana.



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