Quem idolatra as belezas naturais de Balneário Camboriú e suas praias “agrestes”, num contraste harmônico com o concreto e a bela arquitetura do metro quadrado mais valioso do Mercosul, além de seus variados e interessantes equipamentos turísticos, é obrigado a conviver com outra triste realidade, com os moradores de rua espalhados por tudo quanto é canto, sob a ameaça de em pouco tempo transformar o centro da cidade numa cracolândia. Tudo isso sob o olhar omisso da Secretária do Desenvolvimento e Inclusão social, Christina Barichello, a eterna marqueteira, que permaneceu no tempo do “Abraço”, implantado quando era Secretária do Idoso e se divertia promovendo bailinhos. Tudo ia muito bem até que descobriu, comenta-se nos bastidores, que o orçamento era bem maior na Secretaria do Desenvolvimento e Inclusão Social.Daí não sossegou enquanto não conseguiu mudar de ares.Só que não titubeou e na primeira oportunidade teria declarado que morador de rua é caso de polícia. Pode ser mas tem que haver consenso entre os três poderes.
Barichello é pessoa viajada, conhece alguns pólos turísticos que não convivem com esse tipo de enfrentamento. Deveria se interessar em saber porque Gramado, na Serra Gaúcha, é exemplo de cidade turística em nosso país. Provavelmente porque em Gramado, de comum acordo com os três poderes, vigora a lei. Vadiagem é vadiagem e dá cadeia e tráfico é tráfico, também dá cadeia
Falta na Dubai Brasileira da Christina é liderança com vontade de trabalhar e resolver o problema, que seja através do consenso no judiciário, no legislativo, executivo e na própria comunidade organizada. Seguir a lei.
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